Você sabia que nem todos conseguem ver filmes e imagens em 3D (três dimensões) ? Poucos sabem, mas uma pessoa estrábica não tem capacidade de enxergar a terceira dimensão com a mesma intensidade que alguém com a visão normal.

O doutor Edimilson Mariano, oftalmogista do Hospital São Luiz, explica que a perda da “estereopsia” é o que limita a pessoa estrábica a enxergar imagens em 3D. Essa palavrinha de nome estranho é a responsável por medir as diferenças das imagens captadas por cada olho, individualmente, e fundi-las. Com a falta dela a pessoa perde a sensação espacial das imagens e da profundidade dos objetos no campo visual.
“A estereopsia tem a capacidade de direcionar a distância e, nas imagens em 3D, essa profundidade é ainda menor do que na vida real. Por isso a pessoa estrábica pode nem perceber essa filmagem”, explica do doutor.
O oftalmologista conta que mesmo a cirurgia de estrabismo não corrige o problema, pois trata-se de um procedimento apenas estético para evitar que o olho fique torto.
Dênis R. de Oliveira, um leitor do Olhar Digital, conta que tem estrabismo desde criança e já fez duas cirurgias para corrigir o desvio nos olhos. Hoje, quase não percebe o estrabismo de Oliveira, mas, ainda assim, as imagens em três dimensões são imperceptíveis para ele. “Testei a tecnologia em um estande da Sony. Eu olhei para imagem da TV 3D a olho nu e, em seguida, coloquei os óculos e nada. Aquela imagem duplicada virou uma imagem normal como de qualquer televisor”, relata. Ainda segundo ele, os profissionais que estavam apresentando o produto chegaram a verificar se os óculos estavam com defeito, “e eu percebi que o problema era eu”, conta.
O estrabismo nada mais é do que uma deficiência do desenvolvimento normal do sistema visual, por isso que quando ela é identificada precocemente ainda há chances de recuperação. O oftalmologista relata que o procedimento comum nesses casos é tampar o olho sadio para estimular o nervo do olho com problema.
Então, se você é dessas pessoas que não conseguem enxergar imagens em 3D, não fique preocupado, isso é mas comum do que se imagina. O jeito é assitir os filmes em 2D e, caso esteja diante de imagens em terceira dimensão, coloque os óculos apenas para não ver as cenas do filme um pouco duplicadas.
Fonte: Olhar Digital
No dia 6 de janeiro às 19h acontecerá na FNAC Paulista o lançamento do livro Illustration Now! Vol. 4, publicado pela editora Taschen. O evento contará com a presença de Julius Wiedemann, editor do livro; André Diniz, dono da galeria Urban Arts; e de Catarina Gushiken, que foi uma das artistas presentes na publicação. Após a sessão de autógrafos, os três farão um bate-papo sobre ilustração no Fórum de eventos da FNAC.
O livro Illustration Now! é uma série de livros que trazem uma compilação de trabalhos dos mais inovadores artistas de ilustração do mundo. Em uma fascinante mistura de grandes desenhistas de diversos lugares, que usam as mais diversas técnicas, o quarto volume dessa série juntou 150 ilustradores de 30 países, incluindo informações de suas carreiras e uma lista de suas exposições.
Um dos desenhos da Cata que saiu no livro foi o “Múltiplos Eus” feito para a galeria Urban Arts, de André Diniz. Juntos com Julius Wiedemann – residente na Inglaterra e que estará aqui para o lançamento do livro no Brasil – construirão um diálogo com diferentes visões: de artista, empresário e editor.
O evento tem o apoio da FNAC Paulista e da cervejaria artesanal EikBier.
A conferência anual do IGDA (International Game Developers Association) se concentrou neste ano no avanço do gerenciamento e produção do estágio de jogos eletrônicos, onde ofereceu ótimas idéias e oportunidades incríveis de liderança e gestão através de verdadeiros profissionais que atuam no setor.
O IDGA é a maior organização de associação sem fins lucrativos, servindo as pessoas que criam e desenvolvem games ou jogos eletrônicos. Reunem atualmente os principais e mais renomados desenvolvedores em suas conferências como o IGDA Leadership Forum 2011.
Uma ótima apresentação realizada no evento, foi a de Jesse Janosov, que falou sobre jogos para dispositivos móveis e redes sociais. Veja abaixo o vídeo em sua apresentação na íntegra:
Já possuo conhecimento básico no uso do 3ds Max, mas tenho interesse em me aperfeiçoar mais especificamente na criação de personagens. Com estes três cursos de personagens da Tonka 3D, serei capaz de fazer um trabalho completo na criação de personagens em 3D, principalmente em animação ? À propósito, em alguns destes cursos, é ensinado alguma coisa para sonorização das animações de personagens ?
Com estes três cursos mencionados, que são os cursos 3D Max Básico, Personagem Básico e Personagem High End, você terá total controle sobre suas criações. Aliás, existe um outro ótimo curso nosso, que na verdade é o mais novo e mais completo que possuímos atualmente sobre personagens, que é o curso 3D Total Hunter Project, o qual você poderá inclusive adquirir com um desconto especial de 15% juntamente com o curso Personagem High End, que você pode conferir loja virtual da Tonka3D.
Infelizmente, não tratamos da parte de áudio dos quatro personagens que são apresentados nestes referidos cursos, mas o curso Personagem Básico que você fará depois do 3D Max Básico é excelente e tenha certeza que juntamente com os outros cursos irá te proporcionar uma base bem sólida na criação de personagens. Veja os depoimentos de quem já adquiriu estes cursos da Tonka3D.
O núcleo criativo emprega 771 mil pessoas em todo o Brasil: São Paulo está em primeiro lugar (315 mil) e o Rio em segundo (88 mil).
Uma pesquisa realizada pela Firjan constata que o setor de criatividade é o forte da cidade do Rio de Janeiro, que mostra que os profissionais fluminenses da indústria criativa são os mais bem remunerados do Brasil. Enquanto a renda média mensal paga no país pelas empresas do setor em 2010 foi de R$ 2.296, no Estado do Rio, esse valor médio chegou a R$ 3.014.
O termo indústria criativa foi criado em 1998 no Reino Unido, para designar os setores que têm sua origem em criatividade aliada a perícia e talento individuais, com potencial para gerar lucro e empregos. No estudo da Firjan, feito com base em dados de 2010, televisão e rádio, software e computação, mercado editorial, publicidade, arquitetura, artes visuais, filme e vídeo, música, artes cênicas e design foram as áreas avaliadas. Juntas, representam hoje 2,5% do PIB nacional, o que equivale a uma movimentação de R$ 93 bilhões na economia — em 2006, respondiam por 2,4% do PIB.
E, embora no Rio os salários sejam mais altos, a indústria criativa como um todo está fortalecida no país: em 2010, a renda média mensal do núcleo foi de R$ 2.296, contra R$ 1.588 dos empregados formais do resto da economia, ou seja, quem trabalha na área ganha 45% acima dos demais.
— Isso se explica pelo alto valor agregado da atividade, que cria produtos que são muito valiosos. Além disso, os profissionais que atuam na indústria criativa têm alto grau de instrução, seja universitário ou técnico — afirma o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.
TV paga mais. Só design fica abaixo da média
No Estado do Rio, o rendimento do núcleo criativo é superior à média brasileira em todos os segmentos analisados, com exceção do design. E há três atividades em que o profissional fluminense é o mais bem pago do país: TV e rádio (R$ 4.971), música (R$ 3.263) e arquitetura (R$ 2.467).
— Esse resultado é reflexo direto ainda da vocação natural do Rio para a cultura. Por termos sido a capital do país por tanto tempo, termos uma geografia privilegiada, inspiradora e que favorece a integração. O Rio foi, e é cada dia mais, local de atração dos criativos do país — acredita Marcos André Carvalho, coordenador de Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura do Rio.
A arquiteta Dália Tamler, que, segundo a pesquisa, exerce a terceira atividade do núcleo criativo com maior remuneração, concorda que o cenário está mais favorável do que há cerca de dez anos:
— Quando entrei na faculdade, no fim dos anos 90, só se falava de arquitetos que trabalhavam em outras áreas, porque não havia trabalho. Hoje não falta emprego no setor.
Sócio da Benfeitoria, um dos 21 empreendimentos que integram as Incubadoras Rio Criativo, programa da secretaria de cultura, Murilo Farah lançou, com a mulher, Tatiana Leite, uma plataforma de realização coletiva de projetos (crowdfunding). O objetivo é incentivar projetos que tenham um impacto positivo em toda a cadeia criativa.
— A economia criativa não é só feita de produtos. É importante que os modelos de negócios também sejam criativos — destaca o empreendedor.
O núcleo criativo emprega 771 mil pessoas em todo o Brasil: São Paulo está em primeiro lugar (315 mil), Rio em segundo (88 mil) e Minas Gerais em terceiro (63 mil). Mas esses números ganham amplitude quando é considerada toda a cadeia da indústria criativa, o que inclui as atividades relacionadas e de apoio ao núcleo criativo na indústria, comércio e serviços: são 10,5 milhões de profissionais no total.
— A indústria criativa tem de fato um poder multiplicador muito elevado. A arquitetura, por exemplo, gera demanda para a construção civil, que por sua vez gera demanda para indústrias de insumos, e assim por diante. Ela movimenta toda uma cadeia que envolve diversos setores. Daí seu grande potencial — ressalta o gerente de estudos econômicos da Firjan.
Apesar de a média de remuneração mensal do Estado do Rio ser superior à brasileira no cômputo geral dos segmentos analisados, São Paulo tem a melhor média em quatro deles: filme e vídeo (R$ 1.289), publicidade (R$ 2.474), software e computação (R$ 3.198) e mercado editorial (R$ 2.753).
Claudio Nasajon, presidente da Nasajon Sistemas, empresa que desenvolve softwares, e presidente do Conselho da Pequena e Média Empresa da Associação Comercial do Rio, concorda que, no mercado de tecnologia da informação, a economia fluminense ainda não compete com São Paulo — mas ele vê aí um cenário de rápida transformação.
— Temos condições de desenvolver ecossistema para tornar o Rio o melhor local para as empresas de TI começarem — acredita Nasajon, que não considera significativa a diferença de média salarial entre e Rio (R$ 3.060) e São Paulo (R$ 3.198). — Essa diferença é flutuante. Até porque o Rio está muito competitivo.
Mas para Nasajon a valorização dos profissionais, que se reflete em salário, pode desmotivar o empreendedorismo:
— O aumento dos rendimentos salários se reverte em ganhos para a economia. Mas, com boas oportunidades de emprego nas empresas, a vontade de abrir um negócio próprio pode diminuir. A saída para isso é sobrevalorizar a atividade empreendedora.
Para incentivar o “empreendedorismo criativo”, a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro lançou, em agosto de 2010, o Programa Rio Criativo, que conta com uma incubadora que abriga 21 empreendimentos da economia criativa. Concluído o processo seletivo, o programa começou a funcionar em julho deste ano.
— O objetivo é também promover um estudo amplo sobre a economia criativa do estado, a fim de nortear as políticas públicas para os setores embasados pela criatividade — destaca Marcos André Carvalho, coordenador de Economia Criativa da Secretaria Cultura.
‘A matéria-prima dessa nova economia é limpa’
Para Carvalho, é grande a chance de desenvolvimento que o setor abre ao estado:
— A economia criativa é uma nova possibilidade para pensarmos numa política de desenvolvimento econômico e social que vá além da indústria do petróleo, que é finita e poluente. A criatividade, matéria-prima dessa nova economia, é limpa, abundante e está no nosso DNA.
Fonte: O Globo
A Tonka3D deseja a todos os seus amigos, alunos e parceiros de negócios, um ótimo Natal e um próspero ano novo com muita saúde e sucesso para todos nós!
Faça o download abaixo de nossos Wallpapers para você usar no desktop de seu computador:
A Arte nos Games
Para todos aqueles que iniciam seus estudos na arte digital para games, é importante ter em mente o longo caminho a percorrer, uma vez que a produção dos games engloba diversos aspectos e é importante inicialmente conhecer sobre as áreas de atuação de um artista digital dentro da produção de um jogo.
Neste artigo, o Artista 3D e Game Designer, Rodrigo Banzato fala dos conceitos e exemplos de portfólio para os artistas que trabalham com a arte digital feita para games.
Artista Conceitual
Esse artista é responsável por desenhar e criar os conceitos dos personagens, cenários ou objetos da produção. Dentro da visão dessa pessoa, é necessário uma grande pesquisa com um bom repertorio de referências. Na elaboração do conceito de um personagem, o artista deve levar em conta muitos aspectos como, o lugar onde ele vive, o que ele come, quais roupas ele veste, porque ele veste aquelas roupas, o personagem é sujo ou limpo e assim por diante, existe muita pesquisa nesse campo. Esse é um artista muito criativo, capaz de demonstrar através de imagens tudo aquilo que antes estava apenas na imaginação.
Um grande exemplo é o artista Feng Zhu, que sempre levanta a importância de observar e guardar referências. Tudo o que criamos vem de algum lugar, alguma coisa que já vimos ou sentimos. O artista conceitual pode desenhar no papel ou usar uma tablet para desenhar no computador, ele pode ou não pintar seus conceitos e eventualmente participa da elaboração de storyboards, que são pequenas imagens que ilustram os momentos da historia.
Como portfólio, ele mostra as ilustrações e detalhes. Existem diversos estilos e técnicas e cada artista tem o seu, alguns são mais detalhistas, outros tem um traço mais solto, enfim, cabe a esse artista encontrar seu próprio estilo e técnica de desenho. Mais uma vez, a referência é essencial.
Animador
O animador de games pode vir da animação tradicional, porém ele tem que se adaptar, pois hoje em dia, a grande parte dos games são feitos em 3D, ou seja o animador vai ter que escolher um programa 3D para fazer sua animação. Essa pessoa tem que ter uma grande experiência em animação, não é na primeira vez e nem na segunda que vamos fazer a animação “perfeita”, é necessário treinar muito e usar referências. Uma vez que o processo e estudo das técnicas de animação estão bem claros na mente desse artista, o trabalho fica rápido e em pouco tempo ele pode criar diversas situações. Mesmo com os “motion captures” de hoje em dia, que nada mais é do que a captura de movimentos de pessoas reais, o Animador 3D pode criar situações muito mais rápidas e com um custo de produção muito menor. Imagine que vamos fazer o personagem caindo de um cavalo – com motion capture teríamos que contratar um duble, todo o equipamento necessário de captura e ainda assim no final teríamos que limpar eventuais erros de captura – já um experiente animador 3D pode fazer isso em minutos utilizando suas referências. Levanto a importância de que hoje em dia é muito fácil obter referências, pois existem milhões de vídeos e imagens disponíveis na internet.
O portfólio desse artista é exclusivamente de animação. Muitas vezes ele utiliza apenas os ossos de um personagem para mostrar as animações nos seus vídeos. A atenção tem que ter o foco na animação e não nas formas ou texturas dos objetos.
Artista 3D ou 3D generalista
Esse artista geralmente participa de toda a produção, pois seus conhecimentos são bem amplos. Ele provavelmente deve ter conhecimento de algum programa de pintura, para fazer texturas, composições de uma ilustração, efeitos ou correções de cor. Muitas das vezes ele até utiliza programas de edição de vídeo, pois seu conhecimento é bem amplo. Dentro da produção de um game, o artista 3D pode fazer modelos otimizados para o jogo ou até mesmo modelos de alta definição usados como vídeo. É necessário um grande conhecimento do software 3D, pois esse artista trabalha para tornar realidade em três dimensões, tudo aquilo que o Artista Conceitual criou no papel.
Esse artista também deve ter grande atenção na forma como os seus objetos 3D são criados para facilitar a vida do animador. Se esse artista não possui um bom conhecimento de modelagem, o modelo 3D pode ir de uma maneira que não de para o animador utilizar Vamos observar aqui que o artista 3D ou 3D generalista também pode participar da animação 3D.
No seu portfólio encontramos ilustrações em 3D, imagens de modelos 3D, vídeos, texturas criadas para os modelos, animações em 3D, efeitos especiais em 3D como, explosões, simulação física de objetos, etc.
Na maioria das vezes esse é o artista ideal para pequenas empresas onde o trabalho não demanda uma produção em setores.
Modelador
Esse artista se especializa em modelagem. Nos games ele deve saber como modelar objetos otimizados para engines e em alta qualidade para elaboração de texturas, que podem ser utilizadas como relevo dentro de uma modelagem. Um exemplo, é você modelar os detalhes de gordura da barriga de um personagem, assim como suas veias e rugas e usar isso para ser calculado em um modelo 3D, exclusivamente feito para game. Levanto a importância da referência, no caso de personagens, é importante estudar a anatomia do corpo humano para entender suas proporções e detalhes.
Muitas das vezes o modelador usa o próprio desenho feito pelo Artista Conceitual dentro do programa 3D, mas isso não é regra. O modelador deve ter grande percepção e capacidade de observar o tamanho e nível de detalhes dos objetos. Muitas das vezes eles estudam escultura tradicional para deixar mais aguçada essa percepção e nível de detalhes.
No seu portfólio, existe a apresentação, podendo ser através de imagens ou até mesmo em um vídeo, onde a câmera gira e mostra seus modelos. Pra promover esse artista, desenhos e esculturas reais são bem vindos.
Para concluir, dependendo do tipo de produção de game, podemos encontrar pessoas de diversos setores, que são ou não interligados a arte. Eu citei alguns exemplos como Artista Conceitual, Modelador, Animador e Artista 3D, pois são eles que fazem com que os jogos entrem na imaginação das pessoas e estão mais interligados no setor artístico. E, como no Brasil não temos oportunidades tão especificas assim em termos de profissão, eu sempre atuei como um generalista, embora hoje atuo mais fortemente na criação e design de personagens voltados especialmente para jogos.
No game, para um grande projeto de sucesso, é necessário a supervisão de diretores, técnicos e produtores, que possuem uma certa experiência e são capazes de planejar e direcionar o tipo de projeto e arte a ser produzida. O trabalho em equipe também é fundamental e se não fosse assim eu não estaria atuando nesse segmento. E, além disso é essencial que você tenha e cultive sempre bons relacionamentos neste mercado tão específico assim, principalmente aqui no Brasil, onde ainda estamos bem no início e acredito que iremos colher muitos frutos, mas se você não se envolver com as pessoas certas e não estudar com afinco e determinação, não conseguirá ter oportunidades em lugar algum. Pelas responsabilidades que adquiri e acumulei até hoje, também não posso me furtar de continuar estudando e me atualizando diariamente, afinal a dinâmica deste segmento também é muito rápida.
No meu caso em particular, sempre gostei bastante de games, já virei noites jogando e reconheço que isso também me influenciou bastante em meus interesses para o desenvolvimento de jogos. No entanto, nunca gostei nem gosto de programação, pois minha carreira profissional sempre foi voltada mais para a criação e design de personagens, muitos deles animados e parecidos inclusive com personagens de jogos de ação e guerra.
Para os que desejam trabalhar na área de games, gostar de games e animações 3D é uma vantagem, mas lembre-se que o setor é bem amplo. Se sua tendência por exemplo é a musica, saiba que dificilmente um game fará sucesso sem ela. Vale ressaltar também que é praticamente indispensável que você tenha no mínimo bons conhecimentos da língua inglesa, pois esta é a linguagem universal no segmento de games. Então, estude também inglês!